No calor do estado brasileiro do Mato Grosso há uma cidade onde é Natal o ano inteiro. A cidade chama-se Feliz Natal e fica a 538 quilómetros de Cuiabá, a capital do estado.
A cidade de Feliz Natal só foi criada há 15 anos, quando se desvinculou da cidade de Vera. O nome da terra tem origem nos anos de 70, como conta uma reportagem do portal «G1».
Na altura, as chuvas e o grande volume de lama, associado ao riacho que transbordou, impediram que um grupo de pessoas seguisse viagem para passar o Natal com as famílias, noutros municípios da região. Ficaram então isolados e acabaram por passar o Natal na margem do rio das Garças, começando a chamá-lo de Feliz Natal.
Escreveram o nome, numa placa de madeira e deixaram-no na berma do rio. Nessa mesma zona, poucos anos mais tarde, começou a nascer um povoado, que adoptou o nome que tinha sido dado ao rio.
Assim nasceu a cidade de Feliz Natal, que agora tem 10 933 habitantes.
Fonte: TVI
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quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Mulher de 100 anos nunca foi beijada... nem pelo marido.
Nympha Escolástica da Silva, de Mato Grosso, Brasil, comemorou 100 anos de idade na passada terça-feira e diz nunca ter sido beijada por ninguém, nem mesmo pelo seu marido, com quem esteve casada 55 anos, noticia o «G1».
«Deus me livre. Completo 100 anos com a minha boca virgem. Ela é sagrada e só a usei para comer e beber. Mais nada. Nunca beijei o meu marido e nem um namorado», conta.
Viúva há mais de 20 anos, Nympha recorda-se do momento em que foi pedida em casamento e diz que o marido foi o seu grande amor. O pedido foi feito através de carta e Nympha apenas recusou uma coisa: beijá-lo.
Para a centenária, o beijo é algo repugnante e critica quem por aí anda aos beijos.
«Não sei como uma pessoa consegue fazer isso. Dá nojo. Digo sempre aos meus netos para não fazerem isso, pois não consigo ver lucro em tal prática», explicou.
Orgulhosa por nunca ter «dado» os seus lábios a serem beijados, Nympha, católica fervorosa, rejeita o beijo e considera a boca sagrada, já que, para ela, é através dela que se profere a benção e a maldição.
«Como posso falar coisas de Deus se a minha boca estiver suja? O beijo contamina», sustentou.
A verdade é que, mesmo sem beijos, Nympha teve cinco filhos, tem 15 netos, 23 bisnetos e um trineto.
«Sou feliz por tudo que vivi e por tudo que Deus me deu até aqui. Mas deixo claro que ainda é cedo para morrer. Quero viver e muito», concluiu.
Fonte: TVI
«Deus me livre. Completo 100 anos com a minha boca virgem. Ela é sagrada e só a usei para comer e beber. Mais nada. Nunca beijei o meu marido e nem um namorado», conta.
Viúva há mais de 20 anos, Nympha recorda-se do momento em que foi pedida em casamento e diz que o marido foi o seu grande amor. O pedido foi feito através de carta e Nympha apenas recusou uma coisa: beijá-lo.
Para a centenária, o beijo é algo repugnante e critica quem por aí anda aos beijos.
«Não sei como uma pessoa consegue fazer isso. Dá nojo. Digo sempre aos meus netos para não fazerem isso, pois não consigo ver lucro em tal prática», explicou.
Orgulhosa por nunca ter «dado» os seus lábios a serem beijados, Nympha, católica fervorosa, rejeita o beijo e considera a boca sagrada, já que, para ela, é através dela que se profere a benção e a maldição.
«Como posso falar coisas de Deus se a minha boca estiver suja? O beijo contamina», sustentou.
A verdade é que, mesmo sem beijos, Nympha teve cinco filhos, tem 15 netos, 23 bisnetos e um trineto.
«Sou feliz por tudo que vivi e por tudo que Deus me deu até aqui. Mas deixo claro que ainda é cedo para morrer. Quero viver e muito», concluiu.
Fonte: TVI
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
Encontrada múmia no Brasil nas obras do metro com objectos estranhos
Uma das maiores descobertas arqueológicas do Brasil aconteceu onde menos se esperava: nas obras do Metro. No dia 13 de Fevereiro de 2010, os colaboradores das obras escavavam manualmente uma parte subterrânea quando esbarraram em algo incomum e assutador.
A polícia científica foi accionada e, ao ouvir a descrição de um dos colaboradores, imediatamente notificou o Departamento de Arqueologia da Universidade Federal. Dois professores foram enviados ao local e depois de uma breve análise, constataram tratar-se de uma urna funerária.
Após 12 dias de cuidadosas escavações, os arqueólogos conseguiram remover o artefato. A grande surpresa veio quando ele foi aberto, havia uma múmia muito bem preservada. “Esta é com certeza a maior descoberta arqueológica já feita no Brasil” afirmou o professor Isaac Koenig.
Um teste preliminar com carbono 14 estimou que a múmia tem entre 760 a 810 anos de idade. De acordo com os professores, sabe-se que nativos da tribo Guarani Tupac Amaru viveram nessa região entre os anos 1100 a 1530.
A múmia foi levada até à sede do Departamento de Arqueologia, onde foi submetida a exames mais complexos. Não foram revelados detalhes, mas fontes seguras afirmaram ser um tipo de múmia nunca antes vista. Segundo informações, a múmia apresenta 7 cores espalhadas pelo corpo. Os responsáveis negaram as informações.
Após 3 meses de sigilosos estudos, algumas fotos e relatórios desapareceram da Universidade Federal e confirmaram que as informações sobre as 7 cores no corpo da múmia eram verdadeiras. O que foi também descoberto é que a múmia tem um objecto estanho na sua mão e que apareceram 7 objectos de diversas cores, cores muito vivas. O exame de raio X revelou ainda mais objectos semelhantes na região abdominal da múmia.
Que acha que poderá ser? Vejam as fotos em baixo.
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segunda-feira, 29 de agosto de 2011
Cobra com seis metros e 120 kg encontrada no Mato Grosso
Uma cobra sucuri de seis metros foi capturada numa fazenda perto da cidade de Cuiabá, no estado de Mato Grosso, no Brasil. O proprietário afirma que o réptil pesa 120 quilos e já se encontrava há alguns dias na fazenda, alimentando-se de novilhos e galinhas.
O dono da fazenda contactou o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) do município, para capturar a cobra após alguns animais terem sido devorados.
De acordo com o Ibama, citado pelo jornal '24Horas News', devido ao tamanho e peso do animal foram precisas oito pessoas para procederem à captura.
O animal foi submetido a uma avaliação feita por biólogos e solto na Serra do Cachimbo, na região norte do Mato Grosso.
Fonte: CM
O dono da fazenda contactou o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) do município, para capturar a cobra após alguns animais terem sido devorados.
De acordo com o Ibama, citado pelo jornal '24Horas News', devido ao tamanho e peso do animal foram precisas oito pessoas para procederem à captura.
O animal foi submetido a uma avaliação feita por biólogos e solto na Serra do Cachimbo, na região norte do Mato Grosso.
segunda-feira, 11 de julho de 2011
Encontrado cogumelo luminoso depois de 170 anos
O 'Neonothopanus gardneri' é o maior fungo bioluminescente do Brasil e um dos maiores do mundo. "Já tinha encontrado alguns cogumelos que emitem luz no Brasil, mas menores, alguns do tamanho de um fio de cabelo", disse à BBC Brasil o professor Cassius Vinicius Stevani, do Instituto de Química da USP. "Este foi o maior, um grupo deles emite uma quantidade considerável de luz", afirmou.
Em 1840, o cogumelo foi descoberto pelo botânico britânico George Gardner quando viu miúdos a brincar com o que pensou serem pirilampos nas ruas de uma vila onde hoje fica a cidade de Natividade, em Tocantins.
Chamado pelos locais de ‘flor de coco’, o fungo bioluminescente foi classificado como Agaricus gardeni e não foi mais visto desde então.
"Fiquei a saber que ainda existiam fungos assim por volta de 2001. Nos anos seguintes, chegavam-me relatos de Tocantins e Goiás sobre um cogumelo grande, amarelo, que emitia uma luz", disse Stevani. "No entanto, só vi uma fotografia em 2005, tirada no Piauí", sublinhou o investigador.
A ciência ainda não desvendou o processo químico que permite que o fungo produza luz. Uma das teses consideradas é a de que a luz é emitida para atrair insectos nocturnos, ajudando os fungos a dispersar seus esporos para a reprodução. Outra diz que a luz atrai insectos predadores que atacam insectos menores que se alimentam do fungo.
A pesquisa dos elementos da Universidade de São Paulo (USP) e das universidades americanas de San Francisco e de Hilo, no Havaí, será publicada na revista científica Mycologia.
Fonte: CM
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Mulher tinha tesoura dentro da barriga há 30 anos
Sueli de Paula Viana já tinha feito imensos exames médicos, mas foi só a partir do sinal de um detector de metais que a brasileira soube que as dores intensas de que sofria há 30 anos eram causadas por uma tesoura que tinha alojada no organismo desde então.
De acordo com o site «R7», a mulher foi mãe do primeiro e único filho há 28 anos, de cesariana. O dia do parto terá mudado duplamente a vida de Sueli Viana: trouxe-lhe um bebé, mas também dores intensas e constantes na barriga que se tornaram num constante tormento.
As ecografias que foi realizando para diagnosticar o que a incomodava não foram eficazes como o detector de metais da cadeia, onde se encontra. A partir desse sinal, descobriu-se que uma tesoura ficara alojada no seu organismo desde o parto, há quase 30 anos.
Sueli Viana espera agora que a justiça brasileira actue.
De acordo com o site «R7», a mulher foi mãe do primeiro e único filho há 28 anos, de cesariana. O dia do parto terá mudado duplamente a vida de Sueli Viana: trouxe-lhe um bebé, mas também dores intensas e constantes na barriga que se tornaram num constante tormento.
As ecografias que foi realizando para diagnosticar o que a incomodava não foram eficazes como o detector de metais da cadeia, onde se encontra. A partir desse sinal, descobriu-se que uma tesoura ficara alojada no seu organismo desde o parto, há quase 30 anos.
Sueli Viana espera agora que a justiça brasileira actue.
terça-feira, 31 de maio de 2011
Encontrado navio português do séc. XVIII com tesouro valioso
Os pesquisadores encontraram restos de madeiras que podem ter pertencido ao "Rainha dos Anjos", um barco que se afundou a 17 de Julho de 1722 frente à baía da Guanabara, na costa do Rio de Janeiro, escreve o jornal O Globo.
O navio, que viajava da China para Lisboa, tinha feito escala no Rio de Janeiro carregado com 136 preciosas peças de porcelana chinesa da era do imperador Kangxi (1662-1722), terceiro da dinastia Qing, das quais actualmente apenas está conservado um vaso no Museu Imperial da China.
"Os chineses eram conhecidos pelos cuidados com que embalavam a porcelana. É muito provável que encontremos peças inteiras", declarou o autor da descoberta ao jornal.
Muito embora os vestígios estejam pendentes de ser enviados a laboratórios dos Estados Unidos para confirmar a sua origem, o mergulhador José Galindo, autor da descoberta, já conta com várias empresas internacionais interessadas em patrocinar as investigações arqueológicas. Pelas contas de Galindo, será preciso um investimento de 196 mil euros apenas para desenterrar parte da nau e mais 1.166 milhões de euros para a trazer à superfície.
Uma empresa britânica mostrou interesse em deslocar equipamento para a zona e participar nas investigações, enquanto que uma companhia norueguesa até já visitou o local.
O brasileiro José Galindo relata que fez a descoberta quando procurava uma hélice perdida por um rebocador no ano passado.
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