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terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Mulher encontra tesouro escondido em biblioteca alemã

Tanja Hols, uma funcionária da biblioteca alemã, encontrou uma caixa cheia de moedas de ouro e prata que têm milhares de anos e que podem valer milhões.
«Parecia uma caixa de jóias grande, com muitas gavetas pequenas lá dentro», disse Tanja ao jornal «The Local», como noticia o «The Huffington Post».
A biblioteca acredita que a colecção pertence a príncipes-bispos locais, que esconderam o seu tesouro na biblioteca no início do século XIX para não pagar impostos.
«Foi muito honesta e uma grande detective», disse um porta-voz da biblioteca, Der Spiegel, que vai agora atribuir uma recompensa à funcionária.

Fonte: TVI

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Achado navio com carga de 170 milhões de euros

Desaparecido desde a segunda guerra mundial, o SS Gairsoppa foi localizado a 4700 metros de profundidade na costa irlandesa. Lá dentro está uma fortuna em prata.
O tesouro com cerca de 270 toneladas de prata, avaliada em 170 milhões de euros, deverá ser o mais valioso alguma vez encontrado no fundo do mar. Estava desaparecido desde a segunda guerra mundial, quando o navio mercante britânico SS Gairsoppa afundou.
A embarcação foi agora localizada pela empresa norte-americana Odyssey Marine Exploration, que, segundo a BBC, chegou a acordo com o governo britânico e ficará com 80% do tesouro, mal este seja resgatado do fundo do oceano.
O SS Gairsoppa foi atacado pelos alemães na segunda guerra mundial no Atlântico Norte, quando fazia a viagem da Índia, de onde zarpou em Dezembro de 1940, para Liverpool. Devido às más condições atmosféricas e à falta de combustível saiu da coluna militar que integrava e, em Fevereiro de 1941, foi atacado pelo submarino alemão U101. Apenas um dos 85 tripulantes sobreviveu ao naufrágio.
Fonte: DN

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Descoberto tesouro na Índia debaixo de um templo hindu

Autoridades da Índia encontraram um tesouro de valor incalculável no porão de um templo hindu no estado de Kerala.
Acredita-se que o montante de ouro, prata e pedras preciosas, guardadas em quatro câmaras no subsolo do templo, foi enterrado por marajás da dinastia que governava a região ao longo do tempo.
A abertura do subsolo do templo de Sree Padmanabhaswamy, construído no século XVI, foi autorizada pela Suprema Corte da Índia, que temia pela segurança do tesouro.
Embora peritos insistam que não é possível avaliar o valor da descoberta, estimativas falam em até 250 milhões de euros.
Os descendentes da dinastia de Travancore, que por séculos governou a região e perdeu todos os poderes após a independência da Índia, em 1947, entraram na Justiça para ficar com as peças, mas o processo foi rejeitado.
O actual marajá (que não é reconhecido oficialmente), Uthradan Thirunaal Marthanda Varma, tem sido o responsável pela manutenção do templo. O governo irá administrar o local a partir de agora.
Até ao momento, apenas duas das quatro câmaras foram abertas. Calcula-se que o tesouro estava intocado há mais de um século.
Um grupo de sete pessoas, entre arqueólogos, representantes do governo e da família Travancore, participou na abertura das câmaras. Muitas lendas da região falavam na localização e no tamanho do tesouro, mas sempre se pensou que fosse apenas isso, lendas.
Um dos membros do grupo, Anand Padmanaban, disse que “há peças do século XVIII”. Por causa da quantidade, “não foi possível contá-las, mas estão pesando-as".
A batalha judicial que culminou na descoberta do tesouro teve início após um advogado local questionar a propriedade do templo por parte dos descendentes da dinastia Travancore.
Os Travancore se consideram servos de Padmanabhaswamy, divindade a quem o templo é dedicado, que seria um dos aspectos do deus Vishnu, um dos mais importantes no hinduísmo.
Por isso, os membros da família teriam guardado suas riquezas no subsolo do templo.
O marajá Uthradan Thirunaal Marthanda Varma afirma que tem o direito de controlar o templo por causa de uma lei especial indiana, decretada após a independência, que dava a posse do local ao então líder da dinastia.
No entanto, o pedido de Marthanda foi rejeitado, já que, atualmente, marajás são considerados cidadãos comuns no país.

terça-feira, 31 de maio de 2011

Encontrado navio português do séc. XVIII com tesouro valioso


Uma equipa de mergulhadores encontrou perto da costa da cidade brasileira de Rio de Janeiro restos de uma nau portuguesa do século XVIII que naufragou com uma carga avaliada em cerca de 670 milhões de euros, informou a imprensa local.
Os pesquisadores encontraram restos de madeiras que podem ter pertencido ao "Rainha dos Anjos", um barco que se afundou a 17 de Julho de 1722 frente à baía da Guanabara, na costa do Rio de Janeiro, escreve o jornal O Globo.
O navio, que viajava da China para Lisboa, tinha feito escala no Rio de Janeiro carregado com 136 preciosas peças de porcelana chinesa da era do imperador Kangxi (1662-1722), terceiro da dinastia Qing, das quais actualmente apenas está conservado um vaso no Museu Imperial da China.
"Os chineses eram conhecidos pelos cuidados com que embalavam a porcelana. É muito provável que encontremos peças inteiras", declarou o autor da descoberta ao jornal.
Muito embora os vestígios estejam pendentes de ser enviados a laboratórios dos Estados Unidos para confirmar a sua origem, o mergulhador José Galindo, autor da descoberta, já conta com várias empresas internacionais interessadas em patrocinar as investigações arqueológicas. Pelas contas de Galindo, será preciso um investimento de 196 mil euros apenas para desenterrar parte da nau e mais 1.166 milhões de euros para a trazer à superfície.
Uma empresa britânica mostrou interesse em deslocar equipamento para a zona e participar nas investigações, enquanto que uma companhia norueguesa até já visitou o local.
O brasileiro José Galindo relata que fez a descoberta quando procurava uma hélice perdida por um rebocador no ano passado.