«Nunca vi nada assim», afirma José de Jesus, o homem que encontrou um cogumelo gigante, com mais de três quilos, na aldeia de Frades do Rio, em Montalegre (Portugal). Perante o fenómeno, foi a própria autarquia que divulgou a raridade, através de um comunicado enviado aos órgãos de comunicação social.
Produtos agrícolas de volume incomum têm, nos últimos tempos, brotado em Montalegre. Antes deste cogumelo, em Outubro já tinham sido identificadas maçãs de dimensões invulgares.
O fungo está agora em exposição no Ecomuseu de Barroso Espaço Padre Fontes. José de Jesus explica que todos os anos se dedica a apanhar cogumelos. «Foi numa zona de carvalhos que o encontrei. Estava embrulhado na vegetação», recorda.
Minutos depois confessa que uns dias antes, já tinha encontrado outro fungo de proporções idênticas. Mas esse não o deu ao museu. «Foi para comer», admite.
Quanto ao tamanho do cogumelo, José de Jesus acredita que se deve ao facto de estar num local protegido, «onde o frio e o gelo não chegavam».
Fonte: TVI
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quarta-feira, 16 de novembro de 2011
segunda-feira, 11 de julho de 2011
Encontrado cogumelo luminoso depois de 170 anos
O 'Neonothopanus gardneri' é o maior fungo bioluminescente do Brasil e um dos maiores do mundo. "Já tinha encontrado alguns cogumelos que emitem luz no Brasil, mas menores, alguns do tamanho de um fio de cabelo", disse à BBC Brasil o professor Cassius Vinicius Stevani, do Instituto de Química da USP. "Este foi o maior, um grupo deles emite uma quantidade considerável de luz", afirmou.
Em 1840, o cogumelo foi descoberto pelo botânico britânico George Gardner quando viu miúdos a brincar com o que pensou serem pirilampos nas ruas de uma vila onde hoje fica a cidade de Natividade, em Tocantins.
Chamado pelos locais de ‘flor de coco’, o fungo bioluminescente foi classificado como Agaricus gardeni e não foi mais visto desde então.
"Fiquei a saber que ainda existiam fungos assim por volta de 2001. Nos anos seguintes, chegavam-me relatos de Tocantins e Goiás sobre um cogumelo grande, amarelo, que emitia uma luz", disse Stevani. "No entanto, só vi uma fotografia em 2005, tirada no Piauí", sublinhou o investigador.
A ciência ainda não desvendou o processo químico que permite que o fungo produza luz. Uma das teses consideradas é a de que a luz é emitida para atrair insectos nocturnos, ajudando os fungos a dispersar seus esporos para a reprodução. Outra diz que a luz atrai insectos predadores que atacam insectos menores que se alimentam do fungo.
A pesquisa dos elementos da Universidade de São Paulo (USP) e das universidades americanas de San Francisco e de Hilo, no Havaí, será publicada na revista científica Mycologia.
Fonte: CM
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