Tanja Hols, uma funcionária da biblioteca alemã, encontrou uma caixa cheia de moedas de ouro e prata que têm milhares de anos e que podem valer milhões.
«Parecia uma caixa de jóias grande, com muitas gavetas pequenas lá dentro», disse Tanja ao jornal «The Local», como noticia o «The Huffington Post».
A biblioteca acredita que a colecção pertence a príncipes-bispos locais, que esconderam o seu tesouro na biblioteca no início do século XIX para não pagar impostos.
«Foi muito honesta e uma grande detective», disse um porta-voz da biblioteca, Der Spiegel, que vai agora atribuir uma recompensa à funcionária.
Fonte: TVI
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
Kepler 22-b, um planeta "gémeo" da Terra
Não se sabe se é feito de rocha, gás ou líquido, mas sabe-se que tem uma temperatura à superfície que ronda os 22 graus Celsius. Já havia indicações sobre a sua existência, que agora foi confirmada pelos cientistas da missão Kepler da agência espacial norte-americana NASA. O Kepler 22-b é 2,4 vezes maior do que a Terra e é, até agora, o mais parecido com o Planeta Azul.
O planeta foi detectado pela primeira vez em 2009, mas só agora a NASA pôde confirmar a descoberta. Isto significa que já foi visto passar três vezes diante da sua estrela. Fica na chamada zona habitável daquele sistema solar, o que significa que pode ter condições adequadas à existência de vida. Ou seja, as suas características e a distância em relação à estrela permitem pensar na existência de água em estado líquido e de uma atmosfera que poderá ser compatível com a vida.
“Agora temos uma boa confirmação sobre o Kepler 22-b”, anunciou Bill Borucki aos jornalistas. “Estamos certos de que fica na zona habitável e que tem a superfície necessária para ter uma boa temperatura”, adiantou o cientista do centro de investigação da NASA em Ames, na Califórnia.
Ao todo, o Kepler 22-b demora 290 dias a concluir a órbita em volta do seu “Sol”. Está cerca de 15% mais perto da sua estrela do que a Terra, mas essa estrela também emite cerca de 25% menos luz, o que proporcionará uma temperatura amena e compatível com a existência de água em estado líquido. Apesar de ser mais pequena e mais fria, a estrela do Kepler 22-b também pertence à mesma categoria que o Sol. “Este é um marco no caminho da descoberta de um gémeo da Terra”, adiantou Douglas Hudgins, investigador do programa Kepler da NASA.
Estávamos ainda em 2009 quando o planeta foi detectado pela primeira vez pelo telescópio espacial Kepler. Equipado com a câmara mais potente alguma vez enviada para o espaço, este engenho deverá continuar a enviar informação para a Terra pelo menos até Novembro de 2012.
A missão Kepler é a primeira da NASA que tem como objectivo encontrar planetas semelhantes à Terra e a investigação tem-se centrado na chamada zona habitável. Com o Kepler 22-b passam a ser três os exoplanetas – planetas fora do nosso sistema solar – com condições para que a vida possa ser uma possibilidade.
Em Maio, um grupo de cientistas franceses confirmou a descoberta do Gliese 581d, e já em Agosto uma equipa suíça confirmaram outro planeta, o HD85512b, numa zona habitável a 36 anos-luz da Terra.
A equipa da NASA que confirmou a descoberta do Kepler 22-b publica o seu trabalho na revista científica "The Astrophysical Journal". Adiantou também em conferência de imprensa que foram detectados outros 1094 candidatos a planetas. Destes, dez têm aproximadamente o tamanho da Terra e orbitam na zona habitável em torno da sua estrela, mas serão necessárias mais observações para confirmar se são realmente planetas.
O telescópio espacial Kepler está a acompanhar cerca de 150 mil estrelas e tem a capacidade de detectar um possível planeta porque regista pequenas diferenças na luz emitida pelas estrelas. Por vezes a diferença é mínima, quase como se se fundisse uma lâmpada entre vários milhares. No entanto, já foi possível detectar 2326 candidatos a planeta, dos quais 207 têm aproximadamente o tamanho da Terra e 680 são super-Terras. Estes resultados sugerem que os planetas que têm até quatro vezes o tamanho do nosso são mais abundantes do que se pensava.
Foram também detectados 1181 planetas do tamanho de Neptuno, 203 do tamanho de Júpiter, o maior do sistema solar, e 55 ainda maiores do que este.
Fonte: TVI
O planeta foi detectado pela primeira vez em 2009, mas só agora a NASA pôde confirmar a descoberta. Isto significa que já foi visto passar três vezes diante da sua estrela. Fica na chamada zona habitável daquele sistema solar, o que significa que pode ter condições adequadas à existência de vida. Ou seja, as suas características e a distância em relação à estrela permitem pensar na existência de água em estado líquido e de uma atmosfera que poderá ser compatível com a vida.
“Agora temos uma boa confirmação sobre o Kepler 22-b”, anunciou Bill Borucki aos jornalistas. “Estamos certos de que fica na zona habitável e que tem a superfície necessária para ter uma boa temperatura”, adiantou o cientista do centro de investigação da NASA em Ames, na Califórnia.
Ao todo, o Kepler 22-b demora 290 dias a concluir a órbita em volta do seu “Sol”. Está cerca de 15% mais perto da sua estrela do que a Terra, mas essa estrela também emite cerca de 25% menos luz, o que proporcionará uma temperatura amena e compatível com a existência de água em estado líquido. Apesar de ser mais pequena e mais fria, a estrela do Kepler 22-b também pertence à mesma categoria que o Sol. “Este é um marco no caminho da descoberta de um gémeo da Terra”, adiantou Douglas Hudgins, investigador do programa Kepler da NASA.
Estávamos ainda em 2009 quando o planeta foi detectado pela primeira vez pelo telescópio espacial Kepler. Equipado com a câmara mais potente alguma vez enviada para o espaço, este engenho deverá continuar a enviar informação para a Terra pelo menos até Novembro de 2012.
A missão Kepler é a primeira da NASA que tem como objectivo encontrar planetas semelhantes à Terra e a investigação tem-se centrado na chamada zona habitável. Com o Kepler 22-b passam a ser três os exoplanetas – planetas fora do nosso sistema solar – com condições para que a vida possa ser uma possibilidade.
Em Maio, um grupo de cientistas franceses confirmou a descoberta do Gliese 581d, e já em Agosto uma equipa suíça confirmaram outro planeta, o HD85512b, numa zona habitável a 36 anos-luz da Terra.
A equipa da NASA que confirmou a descoberta do Kepler 22-b publica o seu trabalho na revista científica "The Astrophysical Journal". Adiantou também em conferência de imprensa que foram detectados outros 1094 candidatos a planetas. Destes, dez têm aproximadamente o tamanho da Terra e orbitam na zona habitável em torno da sua estrela, mas serão necessárias mais observações para confirmar se são realmente planetas.
O telescópio espacial Kepler está a acompanhar cerca de 150 mil estrelas e tem a capacidade de detectar um possível planeta porque regista pequenas diferenças na luz emitida pelas estrelas. Por vezes a diferença é mínima, quase como se se fundisse uma lâmpada entre vários milhares. No entanto, já foi possível detectar 2326 candidatos a planeta, dos quais 207 têm aproximadamente o tamanho da Terra e 680 são super-Terras. Estes resultados sugerem que os planetas que têm até quatro vezes o tamanho do nosso são mais abundantes do que se pensava.
Foram também detectados 1181 planetas do tamanho de Neptuno, 203 do tamanho de Júpiter, o maior do sistema solar, e 55 ainda maiores do que este.
Fonte: TVI
No Alasca um homem sobrevive três dias graças a cerveja congelada
Um homem sobreviveu três dias perdido no Alasca, nos Estados Unidos, alimentando-se apenas com cerveja congelada, até ser resgatado.
Clifton Vial, 52 anos, saiu de casa na noite de segunda-feira e ficou atolado na neve, dentro da sua carrinha, e sem rede no telemóvel.
Segundo a BBC Brasil, o veículo de Clifton ficou preso a cerca de 70 quilómetros da cidade de Nome e não conseguiu pedir ajuda.
«Fiz uma tentativa de tirar o carro de lá, mas estava muito atolado. Teria congelado antes de conseguir tirá-lo de lá», contou.
Clifton sabia que só dariam pela sua falta quando, na tarde de terça-feira, não fosse trabalhar. O que tinha que fazer era manter-se quente.
Sem comida, apenas com algumas latas de cerveja que congelaram, Clifton tentou alimentar-se mesmo assim. Abriu as latas da cerveja e «comeu» o seu conteúdo.
As autoridades foram alertadas na tarde de quarta-feira, 24 horas depois de ter faltado ao emprego.
Para o «sobrevivente», pior do que a fome foi mesmo o frio, chegando mesmo a «enfrentar» os 17 graus negativos que se sentiram na noite de quarta-feira.
Clifton amarrou uma toalha de banho nos pés e ligava o aquecimento do carro apenas algumas vezes, para poupar combustível.
«Tentava dormir, mas sabia que poderia não acordar», confessou.
A equipa de resgate encontrou o veículo no início da tarde de quinta-feira, quando já estava praticamente sem gasolina.
Clifton emagreceu mais de sete quilos durante o tempo que esteve «isolado» e não apresentava ferimentos causados pelo frio.
Fonte: TVI
Clifton Vial, 52 anos, saiu de casa na noite de segunda-feira e ficou atolado na neve, dentro da sua carrinha, e sem rede no telemóvel.
Segundo a BBC Brasil, o veículo de Clifton ficou preso a cerca de 70 quilómetros da cidade de Nome e não conseguiu pedir ajuda.
«Fiz uma tentativa de tirar o carro de lá, mas estava muito atolado. Teria congelado antes de conseguir tirá-lo de lá», contou.
Clifton sabia que só dariam pela sua falta quando, na tarde de terça-feira, não fosse trabalhar. O que tinha que fazer era manter-se quente.
Sem comida, apenas com algumas latas de cerveja que congelaram, Clifton tentou alimentar-se mesmo assim. Abriu as latas da cerveja e «comeu» o seu conteúdo.
As autoridades foram alertadas na tarde de quarta-feira, 24 horas depois de ter faltado ao emprego.
Para o «sobrevivente», pior do que a fome foi mesmo o frio, chegando mesmo a «enfrentar» os 17 graus negativos que se sentiram na noite de quarta-feira.
Clifton amarrou uma toalha de banho nos pés e ligava o aquecimento do carro apenas algumas vezes, para poupar combustível.
«Tentava dormir, mas sabia que poderia não acordar», confessou.
A equipa de resgate encontrou o veículo no início da tarde de quinta-feira, quando já estava praticamente sem gasolina.
Clifton emagreceu mais de sete quilos durante o tempo que esteve «isolado» e não apresentava ferimentos causados pelo frio.
Fonte: TVI
Carta dentro de uma garrafa é encontrada nos Açores
Curtis Kipple é um rapazinho de 10 anos que vive em Brockport, no estado de Nova Iorque. Ana Ponte é uma açoriana de 25 anos. Dois desconhecidos que o Atlântico pôs em contacto depois de a criança americana ter escrito uma mensagem lançada ao mar dentro de uma garrafa em Março passado. Quando escreveu a carta, Curtis Kipple frequentava o quarto ano (agora já anda no quinto). Explicou nela o quanto gostava de videojogos e de jogar futebol com o pai.
Depois de escrita, a carta foi enrolada e enfiada numa garrafa de vidro verde. Em Março, a missiva foi lançada ao mar por pescadores dos Outer Banks, ao largo da Carolina do Norte.
Finalmente, na semana passada (oito meses depois), a garrafa deu à costa na ilha Terceira, Açores. Foi a jovem Ana Ponte, de 25 anos, quem escreveu um email em Inglês e Português que enviou para a escola de Curtis, a Fred W. Hill School, em Brockport.
“O meu irmão e o meu pai acordaram cedo esta manhã e foram para o mar para apanharem uns peixes muito abundantes aqui e encontraram uma garrafa com uma mensagem de um rapaz chamado Curtis Kipple”, escreveu Ana Ponte no e-mail que enviou para o endereço da escola.
O e-mail surpreendeu o actual professor do quinto ano de Curtis, Chris Albrecht, que organizou o projecto do envio de mensagens dentro de garrafas para ensinar geografia e escrita de cartas formais aos seus alunos. “Fiquei completamente surpreendido”, disse Albrecht citado pelo jornal local “Democrat and Chronicle”. “Os alunos demoraram um mês a escrever as cartas e quando o projecto ficou pronto achei que ia dar em nada”, disse o professor, citado pelo mesmo jornal.
Quando o professor contou a Curtis que a sua mensagem tinha sido encontrada nos Açores e que uma jovem tinha respondido ao e-mail, a criança ficou “emocionada”, relata o educador. “Foi uma coisa muito especial.” “Cerca de 80% dos meus alunos nunca viram o oceano. O facto de a garrafa de Curtis ter atravessado o Atlântico é uma coisa fantástica”.
A garrafa de Curtis não foi a primeira a ser encontrada (em Junho já tinha sido encontrada outra na região da Nova Escócia, no Canadá) mas foi a que viajou até mais longe. Mais de 4000 quilómetros.
A professora do quarto ano de Curtis, Amy Stoker, ajudou o professor Chris Albrecht a pôr em marcha este projecto e diz que “a parte incrível desta história não é que duas garrafas tenham sido encontradas, mas que as duas pessoas que as encontraram tenham perdido tempo a contactar-nos. É incrivelmente excitante”.
Stoker e Albrecht esperam conseguir repetir este projecto e contam que já receberam dezenas de cartas e e-mails de todo o país a perguntar mais informações sobre o projecto.
Os professores esperam igualmente conseguir manter o contacto com a família Ponte.
“Este projecto excedeu largamente as minhas expectativas mais optimistas. Foi uma maneira óptima de ensinar os alunos sobre parágrafos e geografia. Mas o facto de as cartas terem realmente sido encontradas é espantoso”.
Depois de escrita, a carta foi enrolada e enfiada numa garrafa de vidro verde. Em Março, a missiva foi lançada ao mar por pescadores dos Outer Banks, ao largo da Carolina do Norte.
Finalmente, na semana passada (oito meses depois), a garrafa deu à costa na ilha Terceira, Açores. Foi a jovem Ana Ponte, de 25 anos, quem escreveu um email em Inglês e Português que enviou para a escola de Curtis, a Fred W. Hill School, em Brockport.
“O meu irmão e o meu pai acordaram cedo esta manhã e foram para o mar para apanharem uns peixes muito abundantes aqui e encontraram uma garrafa com uma mensagem de um rapaz chamado Curtis Kipple”, escreveu Ana Ponte no e-mail que enviou para o endereço da escola.
O e-mail surpreendeu o actual professor do quinto ano de Curtis, Chris Albrecht, que organizou o projecto do envio de mensagens dentro de garrafas para ensinar geografia e escrita de cartas formais aos seus alunos. “Fiquei completamente surpreendido”, disse Albrecht citado pelo jornal local “Democrat and Chronicle”. “Os alunos demoraram um mês a escrever as cartas e quando o projecto ficou pronto achei que ia dar em nada”, disse o professor, citado pelo mesmo jornal.
Quando o professor contou a Curtis que a sua mensagem tinha sido encontrada nos Açores e que uma jovem tinha respondido ao e-mail, a criança ficou “emocionada”, relata o educador. “Foi uma coisa muito especial.” “Cerca de 80% dos meus alunos nunca viram o oceano. O facto de a garrafa de Curtis ter atravessado o Atlântico é uma coisa fantástica”.
A garrafa de Curtis não foi a primeira a ser encontrada (em Junho já tinha sido encontrada outra na região da Nova Escócia, no Canadá) mas foi a que viajou até mais longe. Mais de 4000 quilómetros.
A professora do quarto ano de Curtis, Amy Stoker, ajudou o professor Chris Albrecht a pôr em marcha este projecto e diz que “a parte incrível desta história não é que duas garrafas tenham sido encontradas, mas que as duas pessoas que as encontraram tenham perdido tempo a contactar-nos. É incrivelmente excitante”.
Stoker e Albrecht esperam conseguir repetir este projecto e contam que já receberam dezenas de cartas e e-mails de todo o país a perguntar mais informações sobre o projecto.
Os professores esperam igualmente conseguir manter o contacto com a família Ponte.
“Este projecto excedeu largamente as minhas expectativas mais optimistas. Foi uma maneira óptima de ensinar os alunos sobre parágrafos e geografia. Mas o facto de as cartas terem realmente sido encontradas é espantoso”.
Fonte: Jornal Público
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Encontrado um caracol albino num parque nacional da Nova Zelândia
Muitas pessoas já devem ter ouvido falar sobre animais albinos, mas ao falar sobre eles de certeza que não vão imaginar um caracol albino...
Um raro caracol albino da espécie Powelliphanta hockstetteri foi descoberto recentemente por um grupo no Parque Nacional Kahurangi, na Nova Zelândia.
De acordo com o Departamento de Conservação do país, o caracol encontrado continha a casca marrom-dourada em espiral, mas o seu corpo era branco brilhante.
Segundo Kath Walker, especialista do departamento ambiental neozeolandês, em 30 anos de estudos sobre a espécie é o segundo caso de um caracol com corpo parcial ou totalmente albino.
O primeiro registro ocorreu em 1988, há 23 anos, quando um exemplar da espécie Powelliphanta gilliesi gilliesi foi visto com parte do corpo branco.
O albinismo é um distúrbio genético em que o indivíduo fica sem pigmentação na pele. Animais albinos não costumam sobreviver por muito na natureza porque não têm protecção natural contra o sol e porque a cor clara os torna presa mais fácil.
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Sanduiche de frango com um sapo vivo
O britânico Ross Dance, de 32 anos, encontrou um sapo vivo numa sanduíche de frango que saboreava num restaurante da cadeia Nando’s, no centro de Londres.
Ross conseguiu não o engolir totalmente, mas comeu um pouco das pernas... O homem, que estava com a namorada, Karen, contou que trincou a sandes mas não conseguia mastigá-la. Após ter tirado a comida da boca, descobriu, incrédulo, o animal. "Era um sapo inteiro, vivo, de dez centímetros. Senti-me enojado", confessou Ross.
Desaparecida à 18 anos liga para polícia
Uma mulher, dada como desaparecida há 18 anos, em Washington, nos EUA, deu sinais de vida, após ver a sua fotografia no site da polícia e em baralhos de cartas distribuídos gratuitamente.
Segundo as autoridades, Judith Bello foi vista pela última vez a 13 de Dezembro de 1993, a sair do trabalho na companhia de uma amiga. Nesse dia não foi buscar o filho à escola, nem regressou a casa, deixando o carro abandonado junto a um edíficio governamental.
A polícia de Snohomish, no estado de Washington, está a investigar as razões para Judith Bello ter deixado a família e, desde então, nunca mais ter contactado ninguém.
No passado dia 23 de Novembro, Judith Bello contactou a polícia e informou que estava a morar na Califórnia. Segundo a própria, na base do seu afastameto estiveram desentendimentos conjugais.
Fonte: CM
Homem tenta assaltar banco... que estava fechado à 17 anos!
Siegfried K. resolveu assaltar um banco e foi apelidado pelo jornal alemão «Bild» como « o ladrão mais estúpido do mundo». Siegfried, de 57 anos, fez um refém e pediu um resgate de 10 mil euros, durante o assalto. Só que o que ele pensava ser um banco estava já fechado há 17 anos e era agora uma clínica de fisioterapia.
O crime aconteceu em Maio, na cidade de Osnabrück, na Alemanha e Siegrefried usou na altura uma arma de brinquedo.
De acordo com a SkyNews, o tribunal condena Siegfried a sete anos de cadeia. Apercebendo-se que o roubo saíra falhado, na altura, o homem abordou um transeunte e obrigou-o a retirar dinheiro do Multibanco. A vítima deu-lhe então 400 euros e o arguido fugiu num carro roubado.
Em tribunal, declarou-se culpado e foi condenado a sete anos de cadeia. Uma sentença que teve em conta as 22 condenações que tinha recebido em 40 anos de «carreira».
O crime aconteceu em Maio, na cidade de Osnabrück, na Alemanha e Siegrefried usou na altura uma arma de brinquedo.
De acordo com a SkyNews, o tribunal condena Siegfried a sete anos de cadeia. Apercebendo-se que o roubo saíra falhado, na altura, o homem abordou um transeunte e obrigou-o a retirar dinheiro do Multibanco. A vítima deu-lhe então 400 euros e o arguido fugiu num carro roubado.
Em tribunal, declarou-se culpado e foi condenado a sete anos de cadeia. Uma sentença que teve em conta as 22 condenações que tinha recebido em 40 anos de «carreira».
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
Encontrado anel que desapareceu no mar à 40 anos
O ex-jogador de futebol americano John Schmitt não queria acreditar quando, 40 anos depois, recuperou um anel que perdeu no mar, durante as aulas de surf, na praia de Waikiki, no Hawai, Estados Unidos.
De acordo com o jornal brasileiro «Globo», na sua página online, o anel era alusivo à conquista da «Super Bowl» de 1969. O objecto acabou por ficar perdido no mar, em 1971, e encontrado anos depois por John Ernstberg, um nadador-salvador daquela praia.
O anel permaneceu em seu poder até à sua morte, em 1991, e posteriormente com a sua mulher, Mary, que faleceu em 1995.
A jóia foi «passada» para Cindy Saffery, a neta do casal, que decidiu levar o anel a um especialista para saber se era verdadeiro.
O joalheiro confirmou a autenticidade, o valor e o «dono». Cindy decidiu então devolver o anel ao seu verdadeiro proprietário.
«É um verdadeiro milagre esse anel ter sido encontrado», 40 anos depois, disse Schmitt.
Fonte: TVI
De acordo com o jornal brasileiro «Globo», na sua página online, o anel era alusivo à conquista da «Super Bowl» de 1969. O objecto acabou por ficar perdido no mar, em 1971, e encontrado anos depois por John Ernstberg, um nadador-salvador daquela praia.
O anel permaneceu em seu poder até à sua morte, em 1991, e posteriormente com a sua mulher, Mary, que faleceu em 1995.
A jóia foi «passada» para Cindy Saffery, a neta do casal, que decidiu levar o anel a um especialista para saber se era verdadeiro.
O joalheiro confirmou a autenticidade, o valor e o «dono». Cindy decidiu então devolver o anel ao seu verdadeiro proprietário.
«É um verdadeiro milagre esse anel ter sido encontrado», 40 anos depois, disse Schmitt.
Fonte: TVI
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
Jovem chinês tinha uma sanguessuga viva na traqueia
Um jovem de 16 anos foi operado em Yibin City, na província de Sichuan, na China, onde lhe foi retirado uma sanguessuga de dez centímetros, viva, da traqueia.Há cerca de dois meses, escreve o jornal brasileiro «Globo», Tao Jiayaun ficou doente e com a voz rouca. A mãe do adolescente pensou que este tivesse apanhado uma constipação e até o medicou.
Como Tao não melhorou e começou a ter dificuldade em respirar, foi levado para o hospital. Foi durante os exames que os médicos descobriram que, afinal, o problema estava na sua traqueia, onde estava «alojada» uma sanguessuga viva.
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