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domingo, 26 de junho de 2011

Encontrado barco com quase 5 mil anos na base da pirâmide de Gizé

Arqueólogos japoneses e egípcios começaram a desenterrar nesta quinta-feira um barco de mais de 4,5 mil anos encontradona base da Grande Pirâmide de Gizé, uma das principais atracções turísticas do Egipto e que acredita-se ter sido construída por ordem do faraó Quéops para servir como sua tumba.
A embarcação é uma das duas enterradas junto com o faraó da Quarta Dinastia, que governou o Egipto Antigo durante 23 anos por volta de 2680 a.C., e deveriam carregar a sua alma em viagens diárias acompanhando o deus-Sol Amon-Rá, do qual era considerado filho, no mundo pós-vida.
O primeiro barco, com cerca de 43 metros, foi descoberto desmontado em um poço ao lado da pirâmide em 1954. As suas 1224 partes foram remontadas em 1971 e agora está em exposição em um museu no local. Ainda em 1954, os arqueólogos encontraram evidências de um segundo poço que guardaria outro barco também desmontado, o que só foi confirmado por pesquisas em 1987. Agora, os arqueólogos removeram os 41 blocos de calcário de 16 toneladas cada que o cobriam e darão início à sua restauração, patrocinada por um fundo de US$ 10 milhões da Universidade de Waseda, no Japão.
- Este é um dos mais importantes projetos de arqueologia e conservação do mundo - considerou Zahi Hawass, arqueólogo e ministro de Antiguidades do Egipto.


Nota: a imagem acima não pertence a esta descoberta, mas sim ao barco anterior. Até ao momento não revelaram fotografias desta nova descoberta que se consigam visualizar correctamente.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Descobertas 17 pirâmides no Egipto


As ruínas de 17 pirâmides do Egipto antigo jaziam sob as areias que cobrem a antiga necrópole de Saqqara, mas uma equipa de cientistas conseguiu vê-las em infravermelhos, em imagens de satélite. As descobertas são sensacionais e incluem a disposição de 3 mil casas numa cidade perdida.
Os tesouros arqueológicos estavam enterrados há séculos, escondidos do olhar humano por camadas de areia ou cobertos por incontáveis depósitos das lamas do Nilo. Esquecidos pela História, esperavam apenas a sorte de um arqueólogo ou um golpe de asa tecnológico. Aconteceu o segundo.
Uma nova técnica de análise de imagens de satélite em infravermelho, que detecta a energia térmica, permitiu a uma equipa de cientistas da Universidade de Alabama a descoberta de mais de mil túmulos egípcios, incluindo 17 pirâmides desconhecidas, além de 3 mil habitações. As imagens vão a ponto de mostrarem o mapa detalhado da cidade perdida de Tanis, no norte do Egipto, cuja dimensão era até agora desconhecida.